Este ano entra para a história da humanidade como o momento em que a população mundial urbana ultrapassa pela primeira vez a população rural. No Brasil, já faz tempo que ultrapassamos essa marca, hoje com cerca de oitenta por cento da população vivendo em cidades.
O prenúncio de uma nova era traz consigo o aumento das tensões urbanas e a necessidade inadiável de um novo paradigma de gestão das cidades e megalópoles que crescem e se multiplicam por todo o planeta. Problemas associados à habitação, equipamentos urbanos, mobilidade, saneamento, energia e comunicações serão cada vez mais estudados e discutidos. O conhecimento sobre essas matérias pressupõe a necessidade de formação de profissionais especializados, capazes de atuar tanto no setor público como no privado, oferecendo soluções de suporte para a construção de cidades sustentáveis.
Mais do que a vocação de países, hoje é consenso dizer que as cidades globais são os grandes atrativos de investimentos privados. As cidades criam arranjos econômicos de serviços e geram pólos de desenvolvimento e de decisão política.
Este ano entra para a história da humanidade como o momento em que a população mundial urbana ultrapassa pela primeira vez a população rural. No Brasil, já faz tempo que ultrapassamos essa marca, hoje com cerca de oitenta por cento da população vivendo em cidades.
O prenúncio de uma nova era traz consigo o aumento das tensões urbanas e a necessidade inadiável de um novo paradigma de gestão das cidades e megalópoles que crescem e se multiplicam por todo o planeta. Problemas associados à habitação, equipamentos urbanos, mobilidade, saneamento, energia e comunicações serão cada vez mais estudados e discutidos. O conhecimento sobre essas matérias pressupõe a necessidade de formação de profissionais especializados, capazes de atuar tanto no setor público como no privado, oferecendo soluções de suporte para a construção de cidades sustentáveis.
Mais do que a vocação de países, hoje é consenso dizer que as cidades globais são os grandes atrativos de investimentos privados. As cidades criam arranjos econômicos de serviços e geram pólos de desenvolvimento e de decisão política.
Nesse cenário, o urbanista ganha papel de destaque na formulação de políticas públicas associadas à gestão urbana. Com atribuição e competência para gerir o território urbano, o arquiteto, em geral, percebido até então como um especialista da edificação, pode assumir uma dimensão mais participativa e decisória nas administrações públicas, em especial, as municipais. Hoje é comum a participação desses profissionais na formulação de programas de governo em disputas eleitorais que abordam as questões urbanas cotidianas.
Nestas eleições municipais, o planejamento urbano vem ganhando espaço na mídia e no discurso de candidatos. Deseja-se que, passado o calor do debate eleitoral, prevaleça o interesse pelas melhores práticas de gestão pública, nas quais não se pode mais negligenciar o papel estratégico dos profissionais especialistas em gestão urbana.
Rodrigo Machado
Arquiteto e Urbanista
MBA em Gerenciamento de Projetos
CREA-RJ